Maquina do tempo pode ser real? Entenda mais

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Pesquisadores criaram uma simulação de “maquina do tempo” para tentar entender ainda mais sobre a evolução de galáxias ancestrais. Essas simulações cosmicas podem ser cruciais para estudarmos como funciona o universo em que vivemos.

Chega a ser engraçado quando pensamos que a terra desse tamanho todo ao nosso redor e olhar, acaba sendo um pequeno grão de arroz em meio a um vasto universo, e pensando nisso, pesquisadores publicaram na revista Nature Astronomy, um estudo em que eles recriaram simulações computacionais de um ciclo completo de vida de algumas galaxias.

A partir das simulações, os pesquisadores do projeto COSTCO (COnstrained Simulations of The COsmos Field) conseguiram encontrar evidências de três protoaglomerados de galáxias. Além disso, eles identificaram mais cinco estruturas que se formaram consistentemente nas simulações, isso inclui o proto-superaglomerado Hyperion, o maior e mais antigo proto-superaglomerado conhecido hoje, que tem 5 mil vezes a massa da nossa Via Láctea.

Ao pensar na importancia dessas simulações, é sim de tamanha importancia para o estudo da evolução universal, principalmente, quando um conjunto de equações não pode ser solucionado com “papel e caneta”, ilustra o professor. “Você precisa alimentar esses dados no computador, dando um ponto de partida, e o computador vai calculando passo a passo o que acontece com a evolução de um sistema”, explica um dos maiores estudiosos e professores no assunto.

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A equipe de pesquisadores se concentrou em tentar entender protoclusters de galáxias massivas, que são ancestrais dos atuais aglomerados de galáxias antes que eles pudessem se agrupar sob sua própria gravidade.

E como a luz do Universo distante só está chegando à Terra agora, as galáxias que os telescópios observam hoje são um retrato do passado, por isso, simular esse passado é quase como criar uma “máquina do tempo”.

De acordo com o professor, esse tipo de trabalho ajuda os cientistas a testarem o modelo padrão da cosmologia, que é usado para descrever a física do Universo. Além disso, ele pode ser o ponto de partida para entendermos conceitos ainda obscuros sobre tudo o que nos cerca, como, por exemplo, a entender o que é a “energia escura”.

Com essas simulações podemos começar a dar vínculos, cada vez mais estreitos, para o que pode ser essa energia escura. Será que essa é uma energia escura que muda com o tempo? Será que é uma propriedade de espaço-tempo? Será que é uma componente ligada à matéria escura? Com esse tipo de trabalho, vamos aprimorando o nosso conhecimento não só do nosso universo, mas também das nossas leis da física.

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