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Asces-Unita fortalece formação humanizada desde o início da graduação em Medicina

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Asces-Unita fortalece formação humanizada desde o início da graduação em Medicina
Disciplina de Humanidades Médicas desenvolve escuta, comunicação e sensibilidade nos estudantes ao longo do curso.

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Saber diagnosticar doenças é apenas parte da rotina médica. No exercício da profissão, também é necessário comunicar notícias difíceis, acolher pacientes em momentos de sofrimento, dialogar com familiares e adaptar a linguagem a diferentes realidades sociais.

Para preparar os estudantes para essas situações, o curso de Medicina do Centro Universitário Tabosa de Almeida (Asces-Unita) inclui a disciplina de Humanidades Médicas desde o início da graduação.

“Trabalhamos para que o estudante desenvolva um olhar mais empático, considerando aspectos emocionais, culturais, sociais e psicológicos do paciente”, explica a professora Lucielma Rêgo, docente da disciplina na Asces-Unita. De acordo com ela, isso envolve aprender a ouvir com atenção, adaptar a linguagem a diferentes realidades e respeitar a história de vida de cada pessoa atendida.

Conheça mais sobre o curso de Medicina da Asces-Unita

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Atividades práticas e contato com a comunidade

A disciplina não se limita à sala de aula. Os estudantes participam de ações interdisciplinares, projetos de extensão e vivências na comunidade, experiências que aproximam a formação acadêmica da realidade social.

“Esse contato ajuda a formar profissionais mais preparados para lidar com a diversidade”, destaca a professora Sibele Ribeiro, também docente de Humanidades Médicas na Asces-Unita.

Além das experiências na comunidade, a disciplina contribui para a formação dos estudantes ao desenvolver habilidades que serão importantes ao longo da carreira e da vida. Entre elas estão a comunicação com diferentes públicos, o trabalho em equipe e a compreensão de realidades diversas. Os alunos também têm contato com noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras), ampliando o repertório para atuar em contextos cada vez mais diversos.

“É importante que os estudantes compreendam que o cuidado deve ser acessível e igualitário para todos”, pontua a docente.

Escuta humanizada e impacto no tratamento

As professoras ressaltam que o cuidado humanizado vai além do acolhimento e pode influenciar diretamente o processo de recuperação do paciente. Muitas queixas e demandas de saúde só são identificadas a partir de uma escuta atenta e qualificada.

“É preciso considerar a história de vida, as emoções, o contexto familiar e as necessidades específicas do paciente durante o atendimento. Uma escuta humanizada melhora a comunicação, contribui para um cuidado mais acolhedor e pode impactar positivamente no tratamento e na qualidade de vida das pessoas, além de fortalecer a relação entre profissional e paciente”, conclui Sibele Ribeiro.

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