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Copa do Mundo: saiba quais vacinas tomar antes de viajar

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Imunização atualizada é a principal forma de proteção recomendada pelos especialistas.

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A Copa do Mundo, evento que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá entre junho e julho deste ano, deve reunir mais de 6 milhões de pessoas ao longo do torneio.

Nesse sentido, autoridades da saúde reforçam a importância de atualizara carteira de vacinação antes de realizar viagens internacionais.

Segundo especialistas, o foco principal deve ser o sarampo, que voltou a registrar casos na América, levando o Ministério da Saúde do Brasil a emitir um alerta sob o risco de importação de casos para o país.

Aumento de casos de sarampo

Transmitida pelo ar ou por gotículas respiratórias liberadas ao falar, tossir ou espirrar, o sarampo é uma doença altamente contagiosa e o alto número de contaminação dos países-sede da Copa do Mundo preocupa as entidades médicas do Brasil.

A principal forma de prevenção segue sendo a vacinação, com a tríplice viral, que também protege o vacinado contra caxumba e rubéola.

Aumento de casos de sarampo preocupa entidades mundiais. (Imagem: Reprodução)

Segundo o Ministério da Saúde, pessoas entre 12 meses e 29 anos devem ter duas doses da vacina, enquanto adultos de 30 a 59 anos precisam de ao menos uma dose, dependendo do histórico vacinal. 

O ideal, segundo especialistas, é que a imunização seja feita pelo menos duas semanas antes de viajar, para que o organismo tenha tempo para desenvolver proteção.

Checar a carteira de vacinação

Além de garantir a vacinação contra o sarampo, é importante checar a carteira de vacinação, para saber se garantiu todas as doses.

Em caso de dúvida, a orientação é que o indivíduo procure um serviço de saúde para avaliação para orientação e avaliação médica.

Carteira de vacinação pode ser conferida digitalmente através do aplicativo Meu SUS Digital. (Imagem: Reprodução)

No Brasil, o cenário da vacinação contra o sarampo é preocupante. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2026, a taxa de vacinados com a primeira dose caiu para ainda 91,12%, e, com a segunda, 76,46%, números que mantém o sinal de alerta das autoridades.

Manter a vacinação em dia é garantir, além da proteção individual, que o vírus circule menos e, consequentemente, que pessoas mais vulneráveis, como bebês, gestantes e imunossuprimidos, tenham mais proteção.

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