Como se preparar para o Enem | Medicina? Confira as dicas!

Arrasando na TRI
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Fala, pessoal, tudo certo? Quer saber como se preparar para o Enem | Medicina? Então, hoje trouxemos uma estratégia muito importante que é a ordem que você deve responder a prova do ENEM para garantir que irá:

 

  • Priorizar as provas que valem mais;
  • Responder as questões que vão te dar uma nota maior na TRI;
  • Ler todas as questões e não vai chutar nada sem ao menos ler.

 

Até porque, vamos combinar, gente, para uma pessoa que estudou o ano inteiro, não tem coisa pior/mais frustrante do que não ter a oportunidade de mostrar tudo o que aprendeu… Quando você chuta uma questão sem ao menos lê-la, é isso o que acontece. Então, vamos para a ordem para que isso nunca mais aconteça com ninguém e saiba como passar em medicina no Enem!

Primeiro dia

No primeiro dia de prova, começamos com a redação, pois é a prova que mais vale. Na realidade, é a única prova do Enem que te dá a possibilidade de tirar mil! Por isso, comece pela prova de redação.

 

Temos duas opções de fazer, então vai depender muito da forma que você preferir: ou faz a redação e passa a limpo, tendo reservado um tempo máximo de 1h40, 1h45 (mas é tempo máximo MESMO!), ou, então, faz seu projeto de texto, reserva e deixa para redigir depois.

 

Tem pessoas que se sentem mais confortáveis fazendo dessa segunda maneira, pois acreditam que, à medida que vão fazendo questões fechadas, isso as ajuda a escrever a redação. É algo muito individual e particular, portanto, você faz do jeito que for melhor.

Terminou sua redação ou seu projeto de texto? Vá para a prova de humanas! No primeiro dia, ela é a segunda prova que vale mais. Significa o quê? Que os acertos de humanas valem mais que os acertos de linguagens.

 

“Tá, mas, vai para a prova de humanas e faz o que lá?”

 

Você vai procurar as questões básicas e operacionais; já as questões globais, deixe para o final. O que isso significa mesmo? Dá uma conferida no vídeo para entender mais sobre o assunto:

Questões básicas, operacionais e globais

Só para te lembrar: as questões básicas são aquelas que exigem operações mentais do ensino fundamental I; já as operacionais, do fundamental II. Normalmente, as básicas são fáceis e as operacionais são médias. Reserve as questões globais — aquelas que exigem uma operação mental mais complexa — para o final. Normalmente, as globais são difíceis. As de nível fácil e médio vão dar, mais ou menos, 33 a 35 questões. Então, vá para a prova de humanas, responda em torno de 35 questões e deixe 10 para o final.

 

Terminou? Dá um intervalinho, pois é muito importante que você faça intervalos ao longo da prova. Por quê? A neurociência contou para a gente que, depois de 40 minutos, as enzimas responsáveis pela criação de redes neurais se esgotam. Portanto, significa que esse é o momento em que a nossa atenção diminui. Então, sugiro que você vá dando pequenos intervalos no decorrer da prova.

 

Terminou humanas? Vá para linguagens. Faz as básicas e operacionais, em torno de 33 a 35 questões também. Terminou? Volte para a sua redação se você não tiver finalizado. Caso contrário, aí sim você volta para as questões mais difíceis de humanas e de linguagens.

Segundo dia

No segundo dia de prova, a gente começa com matemática, porque é a segunda prova que mais pontua, perdendo para a redação. E é melhor acertar matemática que natureza, viu? Na realidade, a gente tem que buscar ir bem nas duas provas, mas, os acertos de matemática te dão uma nota maior que os acertos de natureza. Por isso, a gente começa com matemática. Nessa prova, a gente vai fazer as básicas e operacionais também, ou seja, aquelas questões que vão ser fáceis e médias.

 

Terminou? Reserve as questões difíceis para o final e vá para a prova de natureza. Lá, faça a mesma coisa: básicas e operacionais. No final, você volta para as globais que faltam. Lembrando que elas tendem a ser as questões mais difíceis.

 

Fazendo isso, você garante que está priorizando as provas que podem te trazer uma pontuação maior e, na hora do cálculo de sua média, isso vai ser muito importante para assegurar uma TRI que vai te ajudar.

Coerência pedagógica

Você já me ouviu falar que pessoas com o mesmo número de acertos têm notas diferentes de TRI e isso acontece justamente devido à coerência pedagógica. Quem tem uma coerência pedagógica melhor, acaba tendo uma nota maior. Por outro lado, quem tem uma coerência pedagógica pior, acaba tendo uma nota menor.

 

Assim sendo, garanta uma boa coerência pedagógica. O mais legal de tudo é que se por um acaso você não tiver tempo de ler alguma questão e precisar chutar, você vai chutar sabendo que são as questões mais complexas e que tendem a alterar menos a sua TRI.

 

Ter uma estratégia de resolução da prova é fundamental. Não adianta só estudar, só adquirir conteúdo e no dia da prova não saber como utilizá-lo de forma correta. Sendo assim, só para finalizar o nosso vídeo de hoje: se você é daquele tipo de aluno ou aluna que vem com aquele papo de “eu não pulo”, tire isso de sua cabeça, de seu coração, de sua vida!

Isso vai fazer com que você não termine a prova no tempo que tem e não vai te garantir uma boa coerência pedagógica. Nosso objetivo aqui é conquistar a nossa vaga, não se esqueça disso! Portanto, a gente faz aquilo que é correto para conseguir chegar lá, tá bom? A gente se vê em breve, galera!

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Leia outros textos da Coluna Arrasando no TRI aqui.

 

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