Inteligência Emocional para o Enem e Vestibulares

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Foco, determinação, dedicação, cronograma de estudos, rotina, simulação, método de estudo, cursinho, estudar em casa, são vários os fatores que contribuem para sua aprovação em medicina. Mas tem outro fator tão importante quanto os elencados acima: Inteligência emocional. Parece bobagem, mas não é. É aquela história, mente sã, corpo são. Nesse caso aqui é, mente sã pode me garantir uma vaga em medicina. 

Então, vamos aprender como ter inteligência emocional para o Enem e Vestibulares?

Inteligência Emocional, você sabe o que é?

Segundo a Psicóloga Renata Souza, é preciso primeiro compreender estes dois conceitos de maneira separada:

  • Genericamente a inteligência é uma função cognitiva altamente complexa, e é compreendida atualmente como um sistema organizado de habilidades cognitivas que se relacionam entre si. 
  • Já os afetos, ou emoções estão associados ao modo como o indivíduo se relaciona com as coisas em si, sejam pessoas, compromissos, trabalho e o próprio vestibular. Em síntese seria: qual a minha relação emocional com o vestibular? Como ele me afeta?

Nesse sentido, a inteligência emocional é a composição ou a combinação dos recursos cognitivos altamente complexos que são orientados para a tomada da melhor decisão sem deixar de considerar que as emoções são parte desse conjunto.  Assim, o indivíduo que desenvolveu a inteligência emocional aceita que chorar faz parte do processo. Ele não compreende o choro como uma “fraqueza” ou “insegurança”. Ao contrário, ciente das ambivalências das experiências da vida: aceita as suas emoções.

Inteligência Emocional para o Enem e Vestibulares

Se tratando dos jovens que estão indo para o Enem esse equilíbrio é instável. Dada a representatividade do Exame, a própria transição da escola para a universidade, e a pouca idade dos candidatos: manter esse equilíbrio é um trabalho que precisa de muita gente. 

  • Os pais precisam estar mais próximos dos filhos, a escola e os professores também têm um papel muito importante nessa etapa, pois eles exercem uma dupla tarefa: Instruem pedagogicamente e também acolhem as suas inseguranças. 
  • Os amigos também fazem parte desse processo. Por estarem vivendo ou já terem vivido essa experiência, eles podem oferecer além do acolhimento, a própria experiência como uma espécie de caminho. Estar próximo de pessoas que passaram ou estão passando pela mesma situação é um fator protetivo.
  • A atividade física também é de extrema importância, pois o ato de exercitar libera neuro-hormônios que favorecem a aprendizagem, além da própria sensação de prazer, disposição e energia. 

Fique atento:

“No entanto, se essa rede de apoio não for suficiente para responder a demanda, buscar ajuda profissional é um caminho interessante. Na imensa maioria das vezes, os candidatos ao Enem, especialmente os que desejam cursar medicina, têm uma maior probabilidade de desenvolver “Transtornos Emocionais”.

Atualmente eu atendo 10 jovens que estão em preparação para o ENEM, todos eles desejam cursar medicina. A maioria deles estão no terceiro ciclo de tentativas, outros tentam há mais tempo. Embora eles sejam pessoas diferentes, eles resguardam duas características em comum: dominam muito bem o conteúdo programático do ENEM, são inseguros quanto aos que sabem e desejam saber mais. Eles não conseguem compreender que acumular mais conteúdo não os tornarão mais seguros.” Afirma Renata.

Então as intervenções clínicas vão nesse sentido: reforça a parte cognitiva, mas estimula outros aspectos da vida: amigos, lazer, literatura, atividade física. Estar expostos a outros ambientes faz o aluno perceber que sabem bastante. 

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