O que é preciso para ser um bom Médico? Confira!

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Quando você se prepara para um processo seletivo em Medicina sabe o quanto de dedicação precisar ter para conseguir realizar o sonho da aprovação. Entrar na faculdade de Medicina é uma grande vitória, mas a rotina de estudos continua. Tanto em intensidade quanto em tempo, afinal são, no mínimo, seis anos entre aulas, estágios, plantões e assim, se tornar um bom Médico.

O rigor científico tem sempre que estar à frente de qualquer decisão ou conselho médico, mas o olhar cuidadoso para o paciente conta muito nessa relação tão delicada que envolve a saúde, a doença e a confiança no profissional. 

Sabemos que a profissão de medicina remunera muito bem, mas isso não pode ser levado em consideração na decisão de se tornar um médico. O trabalho também é intenso e exige a certeza de que cuidar do outro é o seu principal foco. 

O que você vai ler neste post:

  • Empatia na medicina
  • Empatia na relação médico e paciente
  • Atenção médica!
  • Como evitar a negligência médica?

Continue a leitura e confira mais detalhadamente as características de para ser um bom médico.

Empatia na medicina

O que é empatia? Você já deve ter ouvido alguém falar sobre a necessidade de termos empatia com o próximo para construir uma sociedade melhor. Na verdade, esse sentimento engloba uma série de ações que culminam em um atendimento humanizado. É o ato de se colocar no lugar do outro.

No caso da Medicina é ter uma atenção especial ao que o paciente sente, relata e, acima de tudo, demonstrar respeito com o seu sofrimento. Buscar uma cura nem sempre é possível em determinadas doenças, mas a relação de confiança e empatia entre médico e paciente pode ajudar a encontrar caminhos para um tratamento eficiente.

 

Saiba quais são as especialidades médicas e como escolher, aqui.

 

Empatia na relação médico e paciente

É importante saber que empatia e simpatia não são sinônimos e não podem ser confundidos. Enquanto a empatia é o poder de imaginar a experiência do outro, se colocar no lugar dele, a simpatia é uma espécie de afinidade, aproximação.

Assim, a empatia pode fazer uma enorme diferença no atendimento médico e ajuda a lidar com as pessoas que reagem de forma diferente em condição de vulnerabilidade por causa de alguma doença.

Quando o estudante de medicina está atendendo a comunidade (em estágios supervisionados) ou o próprio profissional assume uma atitude de empatia, a confiança logo se estabelece e o trabalho se torna muito mais eficiente. Algumas dicas de como exercer a empatia nas consultas e atendimentos:

  • Prestar atenção ao que o paciente está dizendo sem interrompê-lo ou demonstrar impaciência. Permitir que apresente suas dúvidas sobre sua doença e seu tratamento;
  • Fazer contato visual para demonstrar que toda a sua atenção nesse momento está voltada ao paciente;
  • Ser gentil durante todo o processo de tratamento do paciente para que ele se sinta acolhido e seguro pelo profissional;

 

Com essas dicas, certamente, o paciente vai se sentir mais confortável para falar sobre o que sente, suas inseguranças e medos. O resultado é uma relação pautada na confiança. Assim, saberá qual é o perfil de um profissional em Medicina.

Atenção médica!

Cada paciente é diferente. Por mais que as doenças apresentem sintomas semelhantes, cada pessoa tem uma forma de sentir e retratar seu sofrimento. Portanto, a empatia também mora na observação dos detalhes.

Às vezes, alguma informação muito importante sobre o paciente, que pode ajudar a ter uma compreensão mais completa do problema, será dita de forma discreta. A atenção é fundamental porque médicos atendem muitas pessoas por dia e, às vezes, com o passar do tempo e com o desgaste, a tendência é prestar menos atenção aos detalhes.

Como evitar a negligência médica?

A imagem profissional de um Médico se constrói nas consultas do dia-a-dia. Certamente, um médico que age com negligência e desleixo logo terá sua reputação colocada em dúvida. O desleixo e o descaso jamais devem ser tolerados, por mais que o profissional esteja cansado de um longo plantão, afinal, um paciente não é um número, é mais uma vida que deve ser cuidada com toda relevância que merece.

Veja mais informações sobre como ser um bom médico:

 

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