História do Aprovado: medicina na UFSM

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Até chegar na medicina, a história do aprovado hoje é com Estéfany tomou outros caminhos, alguns desvios de percursos podemos dizer assim. 

A primeira vez que Estéfany cogitou fazer medicina, foi na sua adolescência enquanto estava participando de uma palestra de um médico oncologista. Ouvir todo o relato daquele profissional, de como ele atuava na área, e ajudava pessoas, isso “deu um quentinho no coração”, foi assim que Estéfany chamou o primeiro impulso de querer seguir a carreira médica.

Na época que Estéfany estava no ensino médio, o processo seletivo era o Seriado, e baseada na sua rotina de estudos e no nível de dificuldade que é passar em medicina ela sabia que não ia conseguir entrar, e sua segunda opção de curso era Publicidade e Propaganda, outra área que ela sempre teve afinidade, a comunicação.

Conseguiu aprovação em publicidade e propaganda, e essa gaúcha de Ajuricaba, saiu de sua cidade natal e foi estudar no município de Santa Maria. Concluiu sua graduação em comunicação, chegou a trabalhar na área da publicidade, mas alguma certa estava errada hahaha.

Começou a se questionar se aquela seria a sua profissão para o resto da vida, se era isso que ela queria fazer de verdade. e lá no fundo aquela velha vontade, aquele questionamento: será que medicina pode acontecer para mim?

A gata gaúcha sempre teve curiosidade sobre como seria a prova do Enem, aliado a isso ela queria se testar, ver se tinha condições de fazer a prova e entrar em medicina, retomando o sonho lá da sua adolescência.

Na cara e na coragem

Depois de concluir sua faculdade em publicidade e propaganda, fez a prova do Enem, sem estudar, você não leu errado! Estéfany de fato queria testar seu conhecimento, suas habilidades e ver se tinha como entrar em medicina. 

“Eu precisava dessa experiência de prova, já que quero medicina, preciso saber o que enfrentar no caminho” afirmou Estéfany. 

E para sua surpresa, ela teve uma média bem legal, mas como assim, ela foi sem estudar e teve uma média plausível? Apesar do tempo longe do ensino médio, Estéfany já tinha passado por uma graduação de ensino superior e dominava conteúdos de linguagens, humanas, e a redação o que somou nessa experiência desta primeira tentativa no Enem. 

Resultado desta primeira tentativa: ficou muito surpresa e feliz, não foi uma nota que seria suficiente para passar, mas foi muito melhor do que ela esperava. isso só elevou sua confiança, acreditou no potencial dela, e foi atrás do seu sonho: entrar em medicina.

Planejamento e disciplina 

Estéfany resolveu se planejar para passar em medicina na prova do Enem do ano seguinte  a sua primeira tentativa, optou por estudar em casa, não quis investir em um cursinho preparatório. 

Além disso, ela precisava trabalhar para pagar as contas, e agora? Conseguiu manejar seu trabalho para os finais de semana, para ter tempo de estudar durante a semana, e como foi possível? Com organização e rotina de estudos. 

Segunda tentativa

Ainda não foi dessa vez que Estéfany conseguiu entrar numa escola médica, mas ficou feliz com o seu progresso de um ano para outro, sem contar que ganhou mais confiança e mais experiência para a próxima tentativa.

“Eu sabia que uma hora eu ia entrar medicina, e sempre trabalhei com a realidade, eu trabalhava, estudava em casa, talvez não conseguisse entrar de primeira, e trabalhei isso em mim para não me frustrar e conseguir seguir com meu objetivo. nunca coloquei a meta de passar de primeira. Bastava não desanimar se seguir com minha rotina, com meu foco e meu objetivo.” contou Estéfany.

A entrada para glória e a importância da redação

Na sua terceira tentativa, Estéfany já sabia que para conseguir ficar com uma média legal ela precisa ter uma nota superior a 900 pontos na redação, baseada na pontuação da sua prova do dia anterior.

E foi justamente com a nota da redação que ela conseguiu elevar sua média, tirou 960 pontos na redação, aí foi só comemoração, com a média da sua terceira tentativa, ela estava dentro do curso de medicina. 

Hoje Estéfany está no quinto período de medicina na Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Estéfany foge um pouco do padrão do estudante de medicina brasileiro, já tem um curso de nível superior, lidou com a ansiedade, traçou metas e objetivos, definiu seu método de estudos e não colocou pressão na sua aprovação, fatores que talvez tenham feito a diferença na sua aprovação.

Claro que cada experiência é única, o que funcionou para ela, pode não funcionar para você, mas fica aqui essa história, essa inspiração para você medaholic.

Lembrando que Estéfany tem um canal no youtube e um perfil no instagram, ela conta sobre toda sua rotina da época que estudava para passar em medicina, e seu dia-a-dia como estudante de medicina. 

Como diria o capitão planeta, o poder é de vocês, basta acreditar! 

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