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UEM adia provas do vestibular 2020

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A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, anunciou a suspensão das provas do Vestibular 2020, que estavam marcadas para os dias 21 e 22 de março. De acordo com a universidade, o motivo do adiamento das provas se deu por conta do aumento dos casos de covid-19 no Estado e no Brasil.

A nova data deverá ser deliberada nas próximas semanas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP), a partir de indicação da Comissão do Vestibular Unificado (CVU).

Para este vestibular a UEM esta ofertando cerca de 747 (setecentas e quarenta e sete) vagas, sendo 8 destas para o curso de Medicina com turno integral.

Este será o primeiro vestibular que a UEM adotará o sistema de cotas para negros, aprovado em novembro de 2019, com reserva de 20% de vagas para cada curso de graduação para candidatos pretos e pardos.

A universidade explicou que, dentro dessa porcentagem, haverá a divisão de duas categorias vagas. Serão destinadas 15% das vagas para estudantes negros de baixa renda e os 5% restantes para estudantes negros sem o recorte social.

Além das cotas para negros, também serão reservadas 20% das vagas em cada curso para cotistas sociais.

Confira aqui o Edital

Sobre o curso de Medicina da UEM

O curso de medicina foi criado em agosto de 1987, sendo implantado em maio de 1988. Anualmente a Universidade Estadual de Maringá oferta cerca de 40 vagas anuais, utilizando a metodologia tradicional de ensino.

O curso participou do projeto CINAEM. Durante o antigo “provão” ficou entre as 10 melhores faculdades de Medicina do país, devido às notas que os alunos obtiveram.

Participou do Pro-Saúde e foi selecionado para ter investimento na mudança curricular e intercâmbio com a rede básica de saúde do Município. Recebeu alunos de outras escolas e com isso recebeu incentivo do governo na melhoria dos laboratórios.

Hoje conta com residência médica nas áreas:
pediatria, clínica cirúrgica, gineco-obstétrica, clínica médica, psiquiatria e anestesiologia. Futuramente novas residências serão implantadas, como: reumatologia, dermatologia, intensivista de adulto e da infância e medicina da família (saúde pública).

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